A autoridade não nasce do volume. Nasce do corte.
O silêncio não é ausência de pensamento. É marca de domínio: você conclui um bloco, pausa, e obriga o ambiente a acompanhar a estrutura.
Quem fala sem parar tenta compensar uma fragilidade: não saber onde está. Quem fala pouco, com forma, dita o ritmo.